Festival Psica seleciona Walder Wolf para vitrine da nova cena amazônica em Belém

A nova cena musical da Amazônia já tem encontro marcado com o público paraense. O Aposta Psica, seletiva oficial do Festival Psica, anunciou os 18 artistas e bandas da Amazônia Legal escolhidos para integrar a programação de showcases gratuitos durante o Motins, Encontro Pan-Amazônico de Música e Cultura Periférica, que acontece de 5 a 7 de março, na Cidade Velha, em Belém. Entre os nomes selecionados está o cantor paraense Walder Wolf, que leva ao palco o seu envolvente Baile Amazônico, um espetáculo que mistura ritmos regionais com influências contemporâneas, reafirmando a força e a identidade sonora do Norte do Brasil. Foram selecionados 18 artistas, entre eles Walder Wolf A curadoria destacou a diversidade musical desta edição, reunindo artistas que transitam entre latinidades, indie rock, brega, pop, carimbó, rap e reggae. Durante as apresentações, Belém receberá programadores de festivais, curadores, representantes de gravadoras e agentes do mercado musical de várias regiões do país, transformando o evento em uma importante vitrine para novos talentos. Para Walder Wolf, a seleção representa mais do que uma oportunidade artística: “Levar o Baile Amazônico para o Aposta Psica é afirmar que a nossa música tem identidade, tem raiz e tem potência para ecoar para o Brasil e para o mundo. Estou muito feliz em representar nossa cultura nesse palco tão importante”, destaca o cantor. Para o artista, a seleção é também um compromisso com sua terra: “Representar Cametá em um evento como o Psica é uma honra enorme. Eu levo comigo a nossa história, do brega, da nossa cultura ribeirinha, dos cordões e das festas populares. O Baile Amazônico é Cametá pulsando no palco”, afirma Walder Wolf. Durante os showcases, estarão na capital paraense programadores de festivais, curadores, representantes de gravadoras e agentes do mercado musical de diferentes regiões do país. A participação na seletiva pode abrir portas para o próprio festival. Com entrada gratuita, os pocket shows no Motins prometem movimentar a Cidade Velha e apresentar ao público a pluralidade sonora que pulsa na Amazônia. Para Walder Wolf, é também a oportunidade de celebrar suas raízes e fortalecer o movimento da música amazônica contemporânea.

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