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Walder Wolf brilha e encanta com o Baile Amazônico no Aposta Psica, em Belém

A nova cena musical da Amazônia ganhou destaque em Belém durante o Aposta Psica, seletiva oficial do Festival Psica, que reuniu artistas de diferentes territórios da Amazônia Legal em showcases gratuitos realizados dentro do Motins – Encontro Pan-Amazônico de Música e Cultura Periférica. O evento aconteceu entre os dias 5 e 7 de março, na Cidade Velha, consolidando-se como uma importante vitrine para novos talentos da região Norte.

Entre os destaques da programação esteve o cantor paraense Walder Wolf, que levou ao palco o seu já conhecido Baile Amazônico. O show envolveu o público com uma mistura pulsante de ritmos regionais e influências contemporâneas, reafirmando a força e a identidade sonora da música produzida na Amazônia.

Mesmo em formato reduzido, a apresentação não perdeu intensidade. Com uma performance marcada por energia, carisma e forte presença cênica, o artista levou ao palco não só a música, mas também a dança como elemento central do espetáculo. Coreografias envolventes e a movimentação no palco ajudaram a traduzir a essência do Baile Amazônico, criando uma experiência vibrante e sensorial para o público.

Segundo o artista, o momento exigiu adaptação e estratégia para apresentar o projeto em 15 minutos:

“Eu e meu produtor, Juninho Cametá, tivemos que comprimir um pouco do show Baile Amazônico, trazendo uma pequena amostra do que é o espetáculo completo. Apesar do pouco tempo para preparar e ensaiar tudo, a apresentação foi linda, cheia de energia, com muita dança e uma resposta incrível do público”, destacou Walder Wolf.

A curadoria do Aposta Psica reforçou a diversidade musical desta edição, reunindo artistas que transitam entre latinidades, indie rock, brega, pop, carimbó, rap e reggae. Durante os showcases, Belém também recebeu programadores de festivais, curadores, representantes de gravadoras e agentes do mercado musical de várias regiões do país, ampliando as possibilidades de circulação desses artistas em outros palcos.

Representando o município de Cametá, Walder Wolf levou ao palco não apenas sua música, mas também elementos da cultura ribeirinha, do brega e das tradições populares que marcam sua trajetória artística, somados à força da dança como linguagem expressiva do show. Sua participação no evento reafirma o potencial da música brasileira produzida na Amazônia.

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